Guias de Vacinas

Vacinas

Hemófilo – (Hib)
Indicada para crianças de 2 a 5 asnos. Geralmewnte, está combinada com outras vacinas.

Rotavirus
Vacina de virus atenuado contra o agente de quadro de infecção intestinal com vomitos e diarreia. Deve ser aplicada em 2 doses aos 2 e 4 meses de idade. Sua administração é por via oral. Caso a criança regurgite ou vomite, NÃO deve ser aplicada nova dose.

Pneumocócica conjugada
Está indicada para criança de 2 meses a 9 anos. No primeiro ano de vida são 3 doses, com intervalo de 2 meses, e mais 1 reforço aos 18 meses.

Pneumocócica polivalente
Para crianças a partir de 2 anos, sem limitação de idade.

Meningite
Indicada para imunização ativa de crianças a partir de 2 meses, com intervalo de 60 dias entre as doses, com reforço aos 18 meses.

BGC – Ao nascer, não sendo possível, aplicar durante o primeiro mês de vida. A indicação de uma segunda dose deve obedecer a política regional de saúde (estadual, municipal), enquanto são aguardados estudos em curso.

Engerix-B – Vacina contra hepatite B – idealmente dentro das primeiras 12 horas de vida ou, pelo menos, antes da alta. Se não for aplicada na idade preconizada, deve ser feita em qualquer idade, num total de três doses, com intervalo de um mês entre a primeira e a segunda dose, e de seis meses entre a primeira e a terceira dose. A 2ª e a 3ª dose podem ser substituídas pela Infanrix Hexa 2 e 6 meses de vida.

Infanrix-IPV+HIB – DTP acelular (DTPa) combinada com pólio inativado e Haemophilus influenze tipo b. Pode ser utilizada em substituição a Infarix-Hexa aos 4 e 15 meses de idade.

Vacina contra Febre Amarela – Incluída no calendário em alguns estados. Uma dose de reforço a cada 10 anos. Recomendada para indivíduos que residem ou viagem para áreas de risco. Deve ser administrada de acordo com as orientações dos órgãos de saúde locais.

Priorix – Vacina contra sarampo, caxumba e rubéola – uma segunda dose desta vacina é recomendada em crianças em idade escolar (de 4 a 10 anos).

Varilix – Vacina com vírus vivo atenuado contra varcela – recomendada em dose única a partir dos 12 meses de vida. Com 13 anos ou mais, duas doses com intervalo de 6-10 semanas.

Havrix – Vacina contra Hepatite A – Uma dose e um reforço com intervalo de 6 – 12 semanas entre elas.

Fluarix – Vacina inativada contra a gripe – pode ser administrada a crianças com mais de 6 meses de vida com o seguinte esquema: crianças de 6 a 35 meses: duas doses de 0,25 ml. Crianças de 3 a 8 anos: duas doses de 0,5 ml. Adultos e crianças com 9 anos ou mais: uma dose de 0,5ml. Duas doses com intervalo de 1 mês administradas para crianças que estão recebendo a vacina pela primeira vez. Para crianças vacinadas previamente, uma dose por ano é suficiente.

Twinrix – Vacina combinada contra hepatites A e B – Esta vacina é ideal para crianças com mais de um ano de idade que ainda não foram vacinadas contra essas doenças. Administra-se em três doses, com intervalos de um mês entre a primeira e a Segunda dose, e de seis mesmes entre a primeira e a terceira dose.

Refortrix – Vacina para reforço, ao mesmo tempo, contra difteria, tétano e coqueluche. É uma vacina acelular com quantidades de antígenos adaptados para utilização em adolescentes a partir de 10 anos de idade e adultos. Esta vacina substitui a dupla tipo adulto e deve ser aplicada a cada 10 anos.

Vacinação contra gripe

OS GANHOS DE PREVENIR DESDE CEDO

Vale a pena vacinar as crianças da gripe? Na opinião do Dr.Otàvio Augusto Leite Cintra, especialista em infectologia pediátrica, a resposta é sim. Além de proteger a criança contra a influenza e suas complicações, a vacinação, segundo o médico, pode evitar a propagação da doença em outros ambientes – como a escola e, a partir dela, a família e ambientes de trabalho. Segundo o especialista, a vacina é segura e, ao prevenir a gripe, pode evitar complicações como sinusites, dor de ouvido, pneumonia e a necessidade de que as crianças sejam hospitalizadas.

A vacinação da vacina contra gripe em crianças é segura?

É totalmente segura. A vacina contra gripe não tem efeitos adversos importantes, exceto a febre, que é mais comum em crianças menores. As vacinas utilizadas hoje, com vírus fracionados, apresentam poucos efeitos colaterais. Ela é muito bem tolerada.

Uma coisa é importante enfatizar: a vacina não causa gripe. Isso porque ela é feita com vírus inativados (mortos) e fracionados. Assim, é impossível que a vacina cause gripe.

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Vacinação na Adolescência

A EXPERIÊNCIA MUNDIAL DIZ QUE:

1 – As famílias cuidam muito bem da vacinação das crianças até 6 anos de idade. A partir daí, vacinação se torna um item esquecido.

2 – Os adolescentes ficam, então, sem vacinas muito importantes:

BCG reforço – contra Tuberculose.

MMR ou Tríplice viral reforço – contra Rubéola, Sarampo e Caxumba, este último muito importante no caso dos meninos, e a Rubéola no caso das meninas.

3 – Além disso, nem todos os adolescentes estão imunizados contra Hepatite A e Hepatite B.

A Hepatite B tem mais ou menos o mesmo modo de transmissão da AIDS e portanto se torna muito perigosa. Não tem tratamento e em geral evolui mal.

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